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Palavras em destaque:

 
 Pe. Marciano  


  

  O tempo de Deus é agora

  (transcrito da homilia da celebração das
  10h, do dia 25 de janeiro de 2015, terceiro
  domingo do tempo comum)

  Irmãos e irmãs, no domingo passado a
  liturgia da palavra nos alertava para
  práticas que compõem o nosso ser
  religioso. Refletíamos que ser religioso
  significa responder ao amor de Deus que
  nos interpela. Acreditamos em um Deus 
  que se relaciona conosco, que nos envia
  sua palavra, que deseja interagir. Essa
  interação nossa com Deus é a vivência da
  religião. Falávamos sobre procedimentos
  apropriados, ações que concretizam 
  nossa condição de filho de Deus e sobre
  aquilo que não favorece e que por isso
  mesmo precisa ser evitado: ações,
  pensamentos, procedimentos que não
  condiz ao cristão. Hoje de certo modo, no
  terceiro domingo do tempo comum, a 
  nossa reflexão segue basicamente essa
  mesma linha. Somos pessoas que vivem e
  praticam a religião, respondendo e
  correspondendo ao amor de Deus. Por 
  isso, precisamos ser fiéis e ter 
  consciência muito bem formada para não
  se deixar levar por ideias e compreensões
  diferentes daquilo que faz parte do nosso
  ideário cristão. Muitos católicos
  confundem muitas coisas. Como por
  exemplo a ideia do amor. Para muitos o
  amor permite e justifica tudo. Mas não 
  está certo. O amor é o vínculo da 
  perfeição e precisamos caminhar na
  vivencia do amor. O amor não nos libera
  para fazer tudo não. Sabemos muito do 
  que devemos e do que não devemos fazer.
  Mas nem sempre conseguimos. São Paulo
  dizia: Não sei o que me acontece, porque
  não faço o bem que eu devo e faço o mal
  que não devo...
  Também é assim na nossa vida. Sabemos 
  o que devemos e o que não devemos fazer.
  Se alguém nos faz o mal, não pagamos o
  mal com o mal. Quebramos o círculo do
  mal com o bem. Sabemos que não 
  devemos falar mal de ninguém, mas nos
  permitimos um comentário e mesmo que
  seja verdade, ninguém gosta de ser 
  assunto na boca dos outros. E muitas
  outras ações que sabemos ser preciso
  fazer, como rezar, que não é só obrigação,
  mas que faz parte da nossa natureza
  religiosa. Sabemos que devemos rezar
  sempre e que a nossa oração precisa ser
  diálogo com Deus, mas nem sempre
  fazemos. Viver a religião é responder ao
 
amor que Deus nos concede, um amor
  generoso, misericordioso...

  íntegra >>


  
 
Dom Orani

  Convertei-vos e Crede no Evangelho

  Estes domingos do tempo comum que
  sucedem o tempo de natal nos conduzem
  aos inícios da pregação de Jesus: o
  chamado à conversão, o anúncio do 
  Reino, o chamado dos primeiros 
  discípulos e os primeiros sinais diante 
  da missão que se inicia com a vida 
  pública do Mestre. Podemos sentir o
  mesmo neste terceiro domingo do tempo
  comum.
 
O início da atividade apostólica de Jesus,
  para São Marcos, é um convite à 
  conversão (Mc 1, 14-20). Diz Jesus: “O
  tempo já se completou e o Reino de Deus
  está próximo. Convertei-vos e crede no
  Evangelho!” (Mc 1, 15). Acabou-se o 
  tempo das promessas e da espera: O
  Messias chegou e está começando o seu
  ministério! A sua presença é a plenitude
  dos tempos, tornando-os veículos da
  misericórdia de Deus e da história da
  salvação.
  Mas, há algo surpreendente nesse alegre
  anúncio de Jesus: logo após afirmar que o
  Reino chegou, o Senhor intima o
  povo: 
"Convertei-vos e crede no
  Evangelho!" 
 O Reino será Boa-Notícia 
  para quem abrir-se à surpresa 
  inquietante do Deus que Jesus anuncia.
  Acolher a novidade, a Boa-nova, o
  Evangelho, acolher esse Deus que chega,
  exige que saiamos de nós mesmos, como 
  os ninivitas que, escutando o apelo de
  Jonas, converteram-se! Mais tarde, Jesus
  irá criticar duramente o seu povo:
 "Os
  habitantes de Nínive se levantarão no
  Julgamento, juntamente com esta geração, 
  e a condenarão, porque eles se converteram
  pela pregação de Jonas. Mas aqui está
  alguém que é mais do que Jonas!" 
  (Mt 12,41)...

  Para acolher Jesus, a condição primeira é 
  a conversão, a mudança profunda de vida
  que exige, sobretudo, a luta contra o
  pecado e, consequentemente, a rejeição 
  de tudo aquilo que o pode desviar do 
  amor e da Lei de Deus. Uma conversão
  parecida à que Deus exigiu à cidade de
  Nínive, por meio da pregação de Jonas, e
  que os seus habitantes praticaram,
  abandonando “o seu mau caminho” 
  (Jn 3, 10). Mas, a fuga do pecado é apenas 
  a primeira fase da conversão anunciada 
  por Jesus, que exige também um segundo
  momento que é destacado no Evangelho:
  “Acreditai na Boa-Nova”. O cristão tem 
  que aderir positivamente ao Evangelho 
  com uma fé vivificada pelo amor, que não
  se fica apenas na sua aceitação teórica,
  mas procura evidenciá-lo com a vida
  prática... 
 
...Então, seremos felizes de verdade,
  porque perceberemos que o que Cristo 
  nos trouxe é uma Boa Notícia, a melhor de
  todas: Deus nos ama, caminha conosco e,
  no seu bendito Filho, nos convida à
  amizade íntima com ele, nesta vida e por
  toda eternidade! Amém.
  

 
íntegra >>


    Papa Francisco

  ANGELUS
  Praça São Pedro – Vaticano
  Domingo, 25 de janeiro de 2015

  Queridos irmãos e irmãs, bom dia,

  Evangelho de hoje apresenta o início da
  pregação de Jesus na Galiléia. São Marcos
  sublinha que Jesus começou a pregar:
  "depois que João [Batista] foi preso" 
  (1,14). Precisamente quando a voz 
  profética do Batizador, que anunciava a
  vinda do Reino de Deus, é silenciada por
  Herodes, Jesus começa a percorrer as
  estradas da sua terra para levar a todos,
  especialmente aos pobres, ‘o Evangelho 
  de Deus’(ibid.). O anúncio de Jesus é
  semelhante ao de João, com a diferença
  substancial que Jesus não indica outro 
  que deve vir: Jesus é o próprio 
  cumprimento das promessas; Ele é a 
  "boa notícia" a acreditar, a acolher e
  comunicar aos homens e às mulheres de
  todos os tempos, para que também eles
  confiem a Ele a sua existência. Jesus 
  Cristo em pessoa é a Palavra viva e eficaz
  na história: quem o ouve e segue entra no
  Reino de Deus.
 
Jesus é o cumprimento das promessas
  divinas, porque é Aquele que dá ao 
  homem o Espírito Santo, a "água viva" que
  sacia o nosso coração inquieto, sedento 
  de vida, de amor, de liberdade, de paz:
  sedento de Deus. Quantas vezes sentimos 
  o nosso coração com sede! Ele mesmo se
  revelou à mulher samaritana, encontrada
  no poço de Jacó, para quem disse: "Dá-me
  de beber" (João 4,7). Precisamente estas
  palavras de Cristo, dirigidas à 
  samaritana, foram o tema da anual 
  Semana de Oração pela Unidade dos
  Cristãos, que termina hoje...
  Deus tornando-se homem, fez sua a nossa
  sede, não só de água material, mas,
  sobretudo, a sede de uma vida plena, 
  livre da escravidão do mal e da morte. Ao
  mesmo tempo, com a sua encarnação 
  Deus colocou a sua sede - porque Deus
  também tem sede - no coração de um
  homem: Jesus de Nazaré. Deus tem sede 
 
de nós, do nosso coração, do nosso amor, 
  e colocou essa sede no coração de Jesus.
  Assim, no coração de Cristo se encontram 
  a sede humana e a sede divina...
  Que esta sede de Jesus torne-se cada vez
  mais, a nossa sede! Continuemos, 
  portanto, a rezar e a nos comprometer 
  pela plena unidade dos discípulos de
  Cristo, na certeza de que Ele mesmo está 
  ao nosso lado e nos sustenta com a força
  do seu Espírito, para que tal objetivo se
  aproxime. E confiamos esta nossa oração 
  à materna intercessão da Virgem Maria,
  Mãe de Cristo e Mãe da Igreja.

  íntegra >> 
 

   Notícias
  


                
   Novo grupo de estudo, fruto da JMJ Rio2013

  
   O objetivo é partilhar testemunhos e aprofundar os
   ensinamentos do Papa Francisco em seus discursos, homilias e
   pronunciamentos realizados durante a JMJ. Descobrir, com a graça de
   Deus, qual a missão que Ele tem para cada um e atender ao pedido do
   Papa Francisco, repetindo Jesus, para ir e fazer discípulos entre todos. O
   grupo é voltado para os que foram voluntários, para os que foram
   hospedeiros, para os que ajudaram, para os que participaram....é para
   TODO MUNDO!
   Veja a ação de natal do grupo na Comunidade Casa Branca

  
Relembre momentos da São Domingos na JMJ

 


   A Mensagem do Papa Francisco pelo aniversário de 450 anos
  
do Rio de Janeiro

   
Querido povo brasileiro,

   É com grande alegria que me dirijo a vocês, às vésperas do Ano Novo,
   que marcará o início das comemorações pelos 450 anos de fundação da
   Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, para saudar, numa tão feliz
   circunstância, o amado povo carioca, que me recebeu de braços abertos
   por ocasião da Jornada Mundial da Juventude de 2013, e acender o novo
   sistema de iluminação da Estátua do Cristo, como fez o Beato Papa
   Paulo VI há cinquenta anos, simbolizando a luz que o Senhor quer
   acender nas nossas vidas.  ler



 


    

   

              Formação
             
                                             
                          

                                 Espaço VERITAS, Espaço destinado ao aprofundamento
                                 e esclarecimentos da Fé Cristã Católica. Veja os temas                                                                    

          
             
Eventos

             


                                           
              
                                 

                                  Missa com Padre Marcos Caldeira                                           Missa do dia de São Sebastião                             

                                              
     
          
          Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo - Missa do dia             Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo - Missa da Noite           
                          

              Apoie e participe !
             
                
                        

                         Café Paroquial

                         Sábados e Domingos após as missas,
                         "Venha tomar ao menos um cafezinho!"

         

          Campanha para Obras

          Estamos em campanha para reforma do telhado.
          Pegue seu envelope no final das missas ou na
          secretaria e coloque sua contribuição. Os envelopes
          devem ser devolvidos somente em nossa secretaria.
          Não há pessoa autorizada para recebê-lo ou fazer
          qualquer solicitação de doações por outro meio
          Informações na secretaria.

                        

                         Dízimo

                         O dizimo é a oferta de gratidão, partilha e
                         amor que da provimento às necessidades da
                         Igreja, sua conservação, o bem realizar o
                         Divino Culto, as obras apostólicas e de
                         caridade e a sustentação de seus ministros.
                         Todos somos convidados a participar. mais

         

          Cesta Básica

          Doe alimentos não perecíveis para
          composição das cestas básicas fornecidas
          mensalmente às famílias assistidas por nossa
          comunidade. Fique atento à data de validade
          dos produtos. Procure mais informações em
          nossa secretaria.